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AILA renova chamada para Tribunais Independentes de Imigração e expressa concernimento sobre falta de revisão significante

Washington, DC. – A Associação dos Advogados Americanos para Imigração (AILA) irá continuar a prressionar por significante revisão de apelação em casos de imigração, depois que o Tribunal Federal em 21 de maio, negou um desafio à decisão do Procurador Geral fazendo processo que tinha levado a uma radical re-estrutura da Administração de Apelações de Imigração (BIA).

“A BIA ë frequentemente o tribunal de último recurso para muitas pessoas e suas decisões podem significar a diferença entre vida e morte, união de familia ou separação”, disse o presidente da AILA, Jack Pinnix. “Quaisquer mudanças para o tribunal deveriam refletir esses fatos e deveriam envolver aumento de número de Membros dda Diretoria, melhorando o escrutínio dos casos que tenham limitado disputas de fato ou de direito e instituir programas para providenciar representação legal grátis em assuntos de alto meritos. Ainda, as mudanças do Procurador Geral vão exatamente à direção oposta”, disse Pinnix.

A aliança da AILA e a CAIR, Capital Area Immigrant’s Rights (Area Capital dos Direitos dos Imigrantes) havia desafiado a “reforma”dos regulamentos da BIA onde foram publicados em 26 de agosto de 2002 e foram a efeito em 25 de setembro de 2002, trazendo uma ação sob o APA (Ato Legislativo sobre os Procedimentos Federais Administrativos) que governa a agencia de elaboração de regras. Os regulamentos aumentam o uso de decisões isoladas de membros da BIA, incluindo afirmações sem opiniões, redução do número de membros da BIA de 23 para 11, e estabelece um periodo de transição de seis meses para liquidar o acúmulo de milhares de casos. “Essas mudanças foram implementadas com a alegada meta de redução de acúmulo, mas ignorou os resultados positivos da Streamlining Pilot Project (Projeto Piloto Dinâmico) que a BIA já havia colocado em prática para eliminar o acúmulo sem diminuir devidas proteções de processos”, continuou Pinnix.

Em seus processos, a AILA e a CAIR argumentaram que o governo violou o APA porque ele não havia se comprometido em decisão raciocinada dando prioridade em promulgar a regra final. O tribunal regulou que tinha jurisdição para rever a notificação-e-comentar a promulgação da regra final da BIA, mas concluiu que o governo tinha se comprometido em fazer decisão raciocinada. O caso é CAIR vs. USA DOJ, CV No. 02-2081 (D.D>C. Maio 21, 2003).

“Essa decisão dá margem contra as novas regulamentações dos tribunais de apelações, onde os indivíduos sujeitos às novas decisões sumárias estão argumentando que o processo os depriva de significante revisão”, disse Pinnix, presidente da AILA. “O Centro de Ações Legais da Fundação Americana das Leis de Imigração (Organização irmã da AILA), ingressou com petição como terceira parte interessada em mais de 35 desses casos individuais.” Em 28 de maio de 2003, a Terceira Jurisdição do Tribunal de Apelações, em sessão plenária, ouvirá argumentos orais em um desses casos, Dia vs. Ashcroft. Em Dia, um só membro da BIA sumariamente afirmou a imperfeita decisão de juiz de imigração, negando sua petição ao asilo.

“As consequências de vida e morte estabelecidas nos casos de asilo, é crucial que a BIA se enquadre numa cuidadosa, individual revisão de cada caso”, disse Pinnix. No caso de Dia, não só o membro da BIA falhou em corrigir uma decisão errônea pelo juiz de imigração, como o membro não providenciou explanação pelo apôio à decisão, dando assim questão se o membro se comprometeu em uma significante revisão. Nadine Wettstein, diretora do Centro de Processos Legais da Fundação Americana da Leis de Imigração, irá argumentar a favor da terceira parte integrante do processo.

“O Congresso precisa impedir os esforços do Procurador Geral para destruir o processo de apelação de imigração de qualquer revisão significante. É vitalmente importante que os tribunais de imigração sejam independentes, imparciais e incluam significantes verificações e equilíbrios. Os processos atrasados não exigem menos. Consequentemente, a AILA clama pela criação de um sistema independente de tribunal de imigração que possa assegurar que cada pessoa tenha o seu dia em juízo e receba antes um corpo administrativo imparcial”, concluiu Pinnix.


Anunciado pela AILA InfoNet no Doc. No. 03052744 (27 de maio de 2003)

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